A Presidente Dilma Roussef aprovou com vetos o novo código florestal brasileiro. O principal ponto de discórdia tratava da recomposição da vegetação nativa nas margens de rios que tivessem sido desmatadas de modo irregular pelos proprietários rurais - são as chamadas APPs, ou áreas de preservação permanente.Como o texto aprovado no congresso não definia regras claras de desmatamento, a Presidente resolveu optar pela recomposição de acordo com o tamanho das propriedades e a largura dos cursos de água dos rios. Ficou definida que as pequenas propriedades ( que representam 90% das propriedades rurais do Brasil ) terão que reflorestar em 20% a área desmatada nos cursos dos rios.
O novo código assegura que permaneçam intocáveis todas as áreas de proteção já delimitadas para as florestas do Brasil.
O IMPACTO DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL DAS APPS
As pequenas propriedades terão de recompor de 5 a 15 metros de floresta em cada margem, com um limite de 10% a 20% do total da área. O tamanho do rio não tem influência.
As Médias e Grandes propriedades terão de recuperar de 20 a 100 metros de cada lado, dependendo do tamanho da propriedade e da largura do rio. Não há limite para a recomposição, que terá de ser integral.


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